domingo, 30 de agosto de 2009

Mídias e educação

MÍDIAS E EDUCAÇÃO
Ciclo Básico
Módulo Informática


TV, cinema, rádio, Internet, celular, revista, jornal, DVD... Na era da tecnologia, uma infinidade de mídias, especialmente as que visam à comunicação em massa, fazem parte da vida das pessoas. Numa via de mão dupla, as mídias são utilizadas para manipular, ao mesmo tempo em que são manipuladas. Com suas imagens, sons, efeitos, enfim, com todos os recursos de sedução, as mídias contribuem para a definição de comportamentos.
Num mundo em fase de globalização, as mídias contribuem tanto para a
aproximação de extremos quanto para a exclusão de determinados grupos,
reforçando as desigualdades sociais.
Neste contexto, que papel exerce a escola? Esta que em épocas passadas
era tida como a “detentora” dos saberes, a quem, portanto, cabia a função de
“transmitir” os conhecimentos, hoje encontra-se, em partes, desorientada, assim como muitos pais, por não conseguir dar conta de acompanhar a evolução tecnológica. O que fazer com tanta informação? Como controlar o acesso a elas? O que realmente vale a pena ser aproveitado? Quem está educando as crianças hoje e com o quê?
Os professores, que deveriam ser o elo de ligação entre os conhecimentos
e os alunos, agora ocupam um papel de coadjuvantes no processo, salvo
exceções, e por que não dizer, às vezes ocupam papel de figurantes. Alguns, por falta de conhecimento (no sentido de saber utilizar, especialmente no caso dos computadores), outros por insegurança, ou ainda por medo, quem sabe até por falta de criatividade. Não totalmente por sua culpa, mas também por um sistema social que impõe uma pedagogia fragmentária, que estipula padrões “de cima para baixo”, que exclui e massifica.
Na maioria dos casos, quando se fala da inserção das tecnologias na escola, começa-se de trás para frente: monta-se um laboratório de informática,
mas não se tem um projeto que vá ao encontro das exigências educacionais. Estes equipamentos, quando funcionam, ao invés de contribuir par o desenvolvimento cultural do aluno, acabam por reforçar comportamentos negativos. Não há um preparo prévio do professor, para que saiba não
somente operar tais equipamentos, mas principalmente, para que saiba fazer uso crítico das mídias em seu trabalho pedagógico.
A escola deve utilizar-se destas mídias para desenvolver o senso crítico, ajudar as crianças a interpretar e ver o que há por trás, sob a fachada de entretenimento. Sem contar, que a escola não aprendeu a seduzir como as principais mídias a que se tem acesso hoje. Uma razão a mais para a escola utilizar as novas tecnologias como aliadas, não como inimigas ou concorrentes. Caso contrário, perderá cada vez mais espaço num mundo cada vez mais globalizado, menos crítico.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Escola Referencia "EEB Silva Jardim"

Não podia deixar de postar, afinal as conquistas são sempre bem vindas..

Parabéns EEB Silva Jardim

http://www.sed.sc.gov.br/secretaria/noticias/2048-eeb-silva-jardim-e-a-representante-catarinense-em-premiacao-nacional-

sábado, 8 de agosto de 2009

Dos sonhos aos ares

Santos Dumont antes de ser um grande inventor foi um grande sonhador. Sua história nos mostra toda uma trajetória que nasceu de um desejo: voar. Toda evolução não surge por acaso, mas nasce dos sonhos, dos desejos, da necessidade de inventar, de criar, de produzir e de transformar. E essa magia de sonhar que envolve a humanidade e é a responsável pela busca e pela persistência na realização de um projeto. O ser humano dotado de inteligência e de criatividade não sossega, precisa estar em constante transformação. Desde os primórdios a humanidade evoluiu na medida em que foi capaz de inventar, de produzir ou de transformar. Assim, de sonho em sonho, de invenção em invenção, construímos uma história tecnológica, e estamos vivendo a era das tecnologias, e em destaque as tecnologias da comunicação e da informação. Hoje temos mais acesso a informação em um dia do que uma pessoa que vivia há alguns séculos tinha em toda sua vida. Não conseguimos dar conta de tanta informação e precisamos aprender a selecionar quais informações são mais necessárias. Radio, Telefone, Televisão, mídia impressa, computador, Internet, entre tantas outras tecnologias facilitam inúmeras atividades do cotidiano, agilizam inúmeras tarefas, e por meio destas ferramentas realizamos mais tarefas com maior rapidez, tornamo-nos de certa forma mais interativos com as máquinas para dinamizar as inúmeras atividades pelas quais somos responsáveis. Com o advento das últimas invenções, em especial da Internet, conceitos de tempo e de espaço precisaram ser redefinidos, os processos comunicativos foram ampliados em reais e virtuais e queiramos ou não, tal evolução exige que estejamos abertos à mudança, e estejamos em constante busca pelo aprender. Por outro lado, não podemos perder o equilíbrio e cair no desespero. Há muita coisa para aprendermos mas o essencial está em projetar sonhos e ser persistentes em atingi-los. Afinal, nós também fazemos parte do time.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Mapa conceitual

Quem sou

Sou Camila Arosi, tenho 29 anos sou filha de Dorival José Arosi e Maria Lourdes Arosi, tenho dois irmãos: Alexandre e Mateus, dois sobrinhos filhos do meu irmão Alexandre: Maria Eduarda e Alexandre filho. Sou formada em Matemática na faculdades de Palmas-Pr, e fiz pós graduação na faculdades de Itapiranga. Sou professora de matemática da Escola de Educação Básica Silva Jardim, em Alfredo Wagner. Sou uma pessoa quieta e centrada, adoro estar com amigos e jogar conversa fora, gosto muito de jogar vôlei e de dançar. Sou filha dedicada e muito apegada a minha família, fico doente se não posso estar com eles.