O curso “Introdução a Educação Digital” foi muito importante, pois aproximou mais os professores dessa nova ferramenta pedagógica, buscando assim uma melhor qualidade e diversificação das aulas.
Apesar de possuir certa facilidade, o curso teve muito valia, pois adquiri conhecimentos que facilitarão e diversificarão meu trabalho, tornando as aulas mais atrativas e até divertidas. Sempre fui assídua e realizei todas as atividades propostas.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Contribuição do computador para a transformação da escola, da aprendizagem e da prática pedagógica
Nos dias de hoje, tornou-se trivial o comentário de que a tecnologia está presente em todos os lugares, o que certamente seria um exagero. Entretanto, não se pode negar que a informática, de forma mais ou menos agressiva, tem intensificado a sua presença em nossas vidas. Gradualmente, o computador vai tornando-se um aparelho corriqueiro em nosso meio social. Todas as áreas vão fazendo uso deste instrumento e fatalmente todos terão de aprender a conviver com essas máquinas na vida pessoal assim como também na vida profissional.
Na educação não seria diferente. A manipulação dos computadores, tratamento, armazenamento e processamento dos dados estão relacionados com a idéia de informática.
Como ferramenta de trabalho, contribui de forma significativa para uma elevação da produtividade, diminuição de custos e uma otimização da qualidade dos produtos e serviços. Já como ferramenta de entretenimento as suas possibilidades são quase infinitas.
Através da Internet, é possível, conhecer e conversar com pessoas sem sair de casa, digitar textos com imagens em movimento, inserir sons, ver fotos, desenhos, ao mesmo tempo em que podemos ouvir música, assistir vídeos, fazer compras, estreitar relacionamentos em comunidades virtuais, participar de bate-papos, consultar o extrato bancário, pagar contas, ler as últimas notícias em tempo real, enfim, trabalho e lazer se confundem no cyberespaço.
A Informática Educativa se caracteriza pelo uso da informática como suporte ao professor, como um instrumento a mais em sua sala de aula, no qual o professor possa utilizar esses recursos colocados a sua disposição. Nesse nível, o computador é explorado pelo professor especialista em sua potencialidade e capacidade, tornando possível simular, praticar ou vivenciar situações.
A Informática Educativa privilegia a utilização do computador como a ferramenta pedagógica que auxilia no processo de construção do conhecimento. Neste momento, o computador é um meio e não um fim, devendo ser usado considerando o desenvolvimento dos componentes curriculares. Nesse sentido, o computador transforma-se em um poderoso recurso de suporte à aprendizagem, com inúmeras possibilidades pedagógicas, desde que haja uma reformulação no currículo, que se crie novos modelos metodológicos e didáticos, e principalmente que se repense qual o verdadeiro significado da aprendizagem, para que o computador não se torne mais um adereço travestido de modernidade.
Quando o próprio aluno cria, faz, age sobre o software, decidindo o que melhor solucionaria seu problema, torna-se um sujeito ativo de sua aprendizagem O computador ao ser manipulado pelo indivíduo permite a construção e reconstrução do conhecimento, tornando a aprendizagem uma descoberta. Quando a informática é utilizada a serviço da educação emancipadora, o aluno ganha em qualidade de ensino e aprendizagem.
A chegada das tecnologias no ambiente escolar provoca uma mudança de paradigmas. A Informática Educativa nos oferece uma vastidão de recursos que, se bem aproveitados, nos dão suporte para o desenvolvimento de diversas atividades com os alunos. A chegada da era digital coloca a figura do professor como um “mediador” de processos que são, estes sim, capitaneados pelo próprio sujeito aprendiz. Porém, para que isso ocorra de fato, é preciso que o professor não tenha “medo” da possibilidade de autonomia do aluno, pois muitos acreditam que com o computador em sala de aula, o professor perde o seu lugar.
Pelo contrário, as máquinas nunca substituirão o professor, desde que ele re-signifique seu papel e sua identidade a partir da utilização das novas abordagens pedagógicas que as tecnologias facilitam. A adoção das TICs em sala de aula traz para os educandos, muitos caminhos a percorrer e para isso é preciso a presença do professor, pois é ele quem vai dinamizar todo este novo processo de ensino-aprendizagem por intermédio dessa ferramenta, explorando-a ao máximo com criatividade, conseguindo o intuito maior da Informática Educativa: mudança, dinamização, envolvimento, por parte do aluno na aprendizagem.
A Internet possibilita um intercâmbio entre localidades distantes, gerando trocas de experiências e contato com pessoas de outros países. Essas “pontes” que hoje existem entre diferentes mundos representam o único meio de acesso para quem não vive perto dos grandes centros urbanos. Somente nas grandes cidades pode-se conviver diretamente com a informação, ou seja, uma fatia minoritária de pessoas tem acesso à educação de qualidade, pois tem acesso à universidade, bibliotecas, laboratórios, teatros, cinemas, museus, centros culturais etc. É necessário, deste modo, democratizar o acesso ao conhecimento, às tecnologias da informação e da comunicação, seja para a formação continuada dos professores, seja para o enriquecimento da atividade presencial de mestres e alunos.
Certamente, o papel do professor está mudando, seu maior desafio é reaprender a aprender. Compreender que não é mais a única fonte de informação, o transmissor do conhecimento, aquele que ensina, mas aquele que faz aprender, tornando-se um mediador entre o conhecimento e a realidade, um especialista no processo de aprendizagem, em prol de uma educação que priorize não apenas o domínio dos conteúdos, mas o desenvolvimento de habilidades, competências, inteligências, atitudes e valores.
A utilização das TICs no ambiente escolar contribui para essa mudança de paradigmas, sobretudo, para o aumento da motivação em aprender, pois as ferramentas de informática exercem um fascínio em nossos alunos. Se a tecnologia for utilizada de forma adequada, tem muito a nos oferecer, a aprendizagem se tornará mais fácil e prazerosa, pois as possibilidade de uso do computador como ferramenta educacional está crescendo e os limites dessa expansão são desconhecidos.
Compete ao professor e aluno explorarem ao máximo todos os recursos que a tecnologia nos apresenta, de forma a colaborar mais e mais com a aquisição de conhecimento. Ressalta-se ainda que o educando é antes de tudo, o fim, para quem se aplica o desenvolvimento das práticas educativas, levando-o a se inteirar e construir seu conhecimento, por intermédio da interatividade com o ambiente de aprendizado.
O computador não é a “solução” para todos os problemas educacionais.
As ferramentas computacionais, especialmente a Internet, pode ser um recurso rico em possibilidades que contribuam com a melhoria do nível de aprendizagem, desde que haja uma reformulação no currículo, que se crie novos modelos metodológicos, que se repense qual o significado da aprendizagem. Uma aprendizagem onde haja espaço para que se promova a construção do conhecimento. Conhecimento, não como algo que se recebe, mas concebido como relação, ou produto da relação entre o sujeito e seu conhecimento. Onde esse sujeito descobre, constrói e modifica, de forma criativa seu próprio conhecimento.
O grande desafio da atualidade consiste em trazer essa nova realidade para dentro da sala de aula, o que implica em mudar, de maneira significativa, o processo educacional como um todo.
Na educação não seria diferente. A manipulação dos computadores, tratamento, armazenamento e processamento dos dados estão relacionados com a idéia de informática.
Como ferramenta de trabalho, contribui de forma significativa para uma elevação da produtividade, diminuição de custos e uma otimização da qualidade dos produtos e serviços. Já como ferramenta de entretenimento as suas possibilidades são quase infinitas.
Através da Internet, é possível, conhecer e conversar com pessoas sem sair de casa, digitar textos com imagens em movimento, inserir sons, ver fotos, desenhos, ao mesmo tempo em que podemos ouvir música, assistir vídeos, fazer compras, estreitar relacionamentos em comunidades virtuais, participar de bate-papos, consultar o extrato bancário, pagar contas, ler as últimas notícias em tempo real, enfim, trabalho e lazer se confundem no cyberespaço.
A Informática Educativa se caracteriza pelo uso da informática como suporte ao professor, como um instrumento a mais em sua sala de aula, no qual o professor possa utilizar esses recursos colocados a sua disposição. Nesse nível, o computador é explorado pelo professor especialista em sua potencialidade e capacidade, tornando possível simular, praticar ou vivenciar situações.
A Informática Educativa privilegia a utilização do computador como a ferramenta pedagógica que auxilia no processo de construção do conhecimento. Neste momento, o computador é um meio e não um fim, devendo ser usado considerando o desenvolvimento dos componentes curriculares. Nesse sentido, o computador transforma-se em um poderoso recurso de suporte à aprendizagem, com inúmeras possibilidades pedagógicas, desde que haja uma reformulação no currículo, que se crie novos modelos metodológicos e didáticos, e principalmente que se repense qual o verdadeiro significado da aprendizagem, para que o computador não se torne mais um adereço travestido de modernidade.
Quando o próprio aluno cria, faz, age sobre o software, decidindo o que melhor solucionaria seu problema, torna-se um sujeito ativo de sua aprendizagem O computador ao ser manipulado pelo indivíduo permite a construção e reconstrução do conhecimento, tornando a aprendizagem uma descoberta. Quando a informática é utilizada a serviço da educação emancipadora, o aluno ganha em qualidade de ensino e aprendizagem.
A chegada das tecnologias no ambiente escolar provoca uma mudança de paradigmas. A Informática Educativa nos oferece uma vastidão de recursos que, se bem aproveitados, nos dão suporte para o desenvolvimento de diversas atividades com os alunos. A chegada da era digital coloca a figura do professor como um “mediador” de processos que são, estes sim, capitaneados pelo próprio sujeito aprendiz. Porém, para que isso ocorra de fato, é preciso que o professor não tenha “medo” da possibilidade de autonomia do aluno, pois muitos acreditam que com o computador em sala de aula, o professor perde o seu lugar.
Pelo contrário, as máquinas nunca substituirão o professor, desde que ele re-signifique seu papel e sua identidade a partir da utilização das novas abordagens pedagógicas que as tecnologias facilitam. A adoção das TICs em sala de aula traz para os educandos, muitos caminhos a percorrer e para isso é preciso a presença do professor, pois é ele quem vai dinamizar todo este novo processo de ensino-aprendizagem por intermédio dessa ferramenta, explorando-a ao máximo com criatividade, conseguindo o intuito maior da Informática Educativa: mudança, dinamização, envolvimento, por parte do aluno na aprendizagem.
A Internet possibilita um intercâmbio entre localidades distantes, gerando trocas de experiências e contato com pessoas de outros países. Essas “pontes” que hoje existem entre diferentes mundos representam o único meio de acesso para quem não vive perto dos grandes centros urbanos. Somente nas grandes cidades pode-se conviver diretamente com a informação, ou seja, uma fatia minoritária de pessoas tem acesso à educação de qualidade, pois tem acesso à universidade, bibliotecas, laboratórios, teatros, cinemas, museus, centros culturais etc. É necessário, deste modo, democratizar o acesso ao conhecimento, às tecnologias da informação e da comunicação, seja para a formação continuada dos professores, seja para o enriquecimento da atividade presencial de mestres e alunos.
Certamente, o papel do professor está mudando, seu maior desafio é reaprender a aprender. Compreender que não é mais a única fonte de informação, o transmissor do conhecimento, aquele que ensina, mas aquele que faz aprender, tornando-se um mediador entre o conhecimento e a realidade, um especialista no processo de aprendizagem, em prol de uma educação que priorize não apenas o domínio dos conteúdos, mas o desenvolvimento de habilidades, competências, inteligências, atitudes e valores.
A utilização das TICs no ambiente escolar contribui para essa mudança de paradigmas, sobretudo, para o aumento da motivação em aprender, pois as ferramentas de informática exercem um fascínio em nossos alunos. Se a tecnologia for utilizada de forma adequada, tem muito a nos oferecer, a aprendizagem se tornará mais fácil e prazerosa, pois as possibilidade de uso do computador como ferramenta educacional está crescendo e os limites dessa expansão são desconhecidos.
Compete ao professor e aluno explorarem ao máximo todos os recursos que a tecnologia nos apresenta, de forma a colaborar mais e mais com a aquisição de conhecimento. Ressalta-se ainda que o educando é antes de tudo, o fim, para quem se aplica o desenvolvimento das práticas educativas, levando-o a se inteirar e construir seu conhecimento, por intermédio da interatividade com o ambiente de aprendizado.
O computador não é a “solução” para todos os problemas educacionais.
As ferramentas computacionais, especialmente a Internet, pode ser um recurso rico em possibilidades que contribuam com a melhoria do nível de aprendizagem, desde que haja uma reformulação no currículo, que se crie novos modelos metodológicos, que se repense qual o significado da aprendizagem. Uma aprendizagem onde haja espaço para que se promova a construção do conhecimento. Conhecimento, não como algo que se recebe, mas concebido como relação, ou produto da relação entre o sujeito e seu conhecimento. Onde esse sujeito descobre, constrói e modifica, de forma criativa seu próprio conhecimento.
O grande desafio da atualidade consiste em trazer essa nova realidade para dentro da sala de aula, o que implica em mudar, de maneira significativa, o processo educacional como um todo.
domingo, 30 de agosto de 2009
Mídias e educação
MÍDIAS E EDUCAÇÃO
Ciclo Básico
Módulo Informática
TV, cinema, rádio, Internet, celular, revista, jornal, DVD... Na era da tecnologia, uma infinidade de mídias, especialmente as que visam à comunicação em massa, fazem parte da vida das pessoas. Numa via de mão dupla, as mídias são utilizadas para manipular, ao mesmo tempo em que são manipuladas. Com suas imagens, sons, efeitos, enfim, com todos os recursos de sedução, as mídias contribuem para a definição de comportamentos.
Num mundo em fase de globalização, as mídias contribuem tanto para a
aproximação de extremos quanto para a exclusão de determinados grupos,
reforçando as desigualdades sociais.
Neste contexto, que papel exerce a escola? Esta que em épocas passadas
era tida como a “detentora” dos saberes, a quem, portanto, cabia a função de
“transmitir” os conhecimentos, hoje encontra-se, em partes, desorientada, assim como muitos pais, por não conseguir dar conta de acompanhar a evolução tecnológica. O que fazer com tanta informação? Como controlar o acesso a elas? O que realmente vale a pena ser aproveitado? Quem está educando as crianças hoje e com o quê?
Os professores, que deveriam ser o elo de ligação entre os conhecimentos
e os alunos, agora ocupam um papel de coadjuvantes no processo, salvo
exceções, e por que não dizer, às vezes ocupam papel de figurantes. Alguns, por falta de conhecimento (no sentido de saber utilizar, especialmente no caso dos computadores), outros por insegurança, ou ainda por medo, quem sabe até por falta de criatividade. Não totalmente por sua culpa, mas também por um sistema social que impõe uma pedagogia fragmentária, que estipula padrões “de cima para baixo”, que exclui e massifica.
Na maioria dos casos, quando se fala da inserção das tecnologias na escola, começa-se de trás para frente: monta-se um laboratório de informática,
mas não se tem um projeto que vá ao encontro das exigências educacionais. Estes equipamentos, quando funcionam, ao invés de contribuir par o desenvolvimento cultural do aluno, acabam por reforçar comportamentos negativos. Não há um preparo prévio do professor, para que saiba não
somente operar tais equipamentos, mas principalmente, para que saiba fazer uso crítico das mídias em seu trabalho pedagógico.
A escola deve utilizar-se destas mídias para desenvolver o senso crítico, ajudar as crianças a interpretar e ver o que há por trás, sob a fachada de entretenimento. Sem contar, que a escola não aprendeu a seduzir como as principais mídias a que se tem acesso hoje. Uma razão a mais para a escola utilizar as novas tecnologias como aliadas, não como inimigas ou concorrentes. Caso contrário, perderá cada vez mais espaço num mundo cada vez mais globalizado, menos crítico.
Ciclo Básico
Módulo Informática
TV, cinema, rádio, Internet, celular, revista, jornal, DVD... Na era da tecnologia, uma infinidade de mídias, especialmente as que visam à comunicação em massa, fazem parte da vida das pessoas. Numa via de mão dupla, as mídias são utilizadas para manipular, ao mesmo tempo em que são manipuladas. Com suas imagens, sons, efeitos, enfim, com todos os recursos de sedução, as mídias contribuem para a definição de comportamentos.
Num mundo em fase de globalização, as mídias contribuem tanto para a
aproximação de extremos quanto para a exclusão de determinados grupos,
reforçando as desigualdades sociais.
Neste contexto, que papel exerce a escola? Esta que em épocas passadas
era tida como a “detentora” dos saberes, a quem, portanto, cabia a função de
“transmitir” os conhecimentos, hoje encontra-se, em partes, desorientada, assim como muitos pais, por não conseguir dar conta de acompanhar a evolução tecnológica. O que fazer com tanta informação? Como controlar o acesso a elas? O que realmente vale a pena ser aproveitado? Quem está educando as crianças hoje e com o quê?
Os professores, que deveriam ser o elo de ligação entre os conhecimentos
e os alunos, agora ocupam um papel de coadjuvantes no processo, salvo
exceções, e por que não dizer, às vezes ocupam papel de figurantes. Alguns, por falta de conhecimento (no sentido de saber utilizar, especialmente no caso dos computadores), outros por insegurança, ou ainda por medo, quem sabe até por falta de criatividade. Não totalmente por sua culpa, mas também por um sistema social que impõe uma pedagogia fragmentária, que estipula padrões “de cima para baixo”, que exclui e massifica.
Na maioria dos casos, quando se fala da inserção das tecnologias na escola, começa-se de trás para frente: monta-se um laboratório de informática,
mas não se tem um projeto que vá ao encontro das exigências educacionais. Estes equipamentos, quando funcionam, ao invés de contribuir par o desenvolvimento cultural do aluno, acabam por reforçar comportamentos negativos. Não há um preparo prévio do professor, para que saiba não
somente operar tais equipamentos, mas principalmente, para que saiba fazer uso crítico das mídias em seu trabalho pedagógico.
A escola deve utilizar-se destas mídias para desenvolver o senso crítico, ajudar as crianças a interpretar e ver o que há por trás, sob a fachada de entretenimento. Sem contar, que a escola não aprendeu a seduzir como as principais mídias a que se tem acesso hoje. Uma razão a mais para a escola utilizar as novas tecnologias como aliadas, não como inimigas ou concorrentes. Caso contrário, perderá cada vez mais espaço num mundo cada vez mais globalizado, menos crítico.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Escola Referencia "EEB Silva Jardim"
Não podia deixar de postar, afinal as conquistas são sempre bem vindas..
Parabéns EEB Silva Jardim
http://www.sed.sc.gov.br/secretaria/noticias/2048-eeb-silva-jardim-e-a-representante-catarinense-em-premiacao-nacional-
Parabéns EEB Silva Jardim
http://www.sed.sc.gov.br/secretaria/noticias/2048-eeb-silva-jardim-e-a-representante-catarinense-em-premiacao-nacional-
sábado, 8 de agosto de 2009
Dos sonhos aos ares
Santos Dumont antes de ser um grande inventor foi um grande sonhador. Sua história nos mostra toda uma trajetória que nasceu de um desejo: voar. Toda evolução não surge por acaso, mas nasce dos sonhos, dos desejos, da necessidade de inventar, de criar, de produzir e de transformar. E essa magia de sonhar que envolve a humanidade e é a responsável pela busca e pela persistência na realização de um projeto. O ser humano dotado de inteligência e de criatividade não sossega, precisa estar em constante transformação. Desde os primórdios a humanidade evoluiu na medida em que foi capaz de inventar, de produzir ou de transformar. Assim, de sonho em sonho, de invenção em invenção, construímos uma história tecnológica, e estamos vivendo a era das tecnologias, e em destaque as tecnologias da comunicação e da informação. Hoje temos mais acesso a informação em um dia do que uma pessoa que vivia há alguns séculos tinha em toda sua vida. Não conseguimos dar conta de tanta informação e precisamos aprender a selecionar quais informações são mais necessárias. Radio, Telefone, Televisão, mídia impressa, computador, Internet, entre tantas outras tecnologias facilitam inúmeras atividades do cotidiano, agilizam inúmeras tarefas, e por meio destas ferramentas realizamos mais tarefas com maior rapidez, tornamo-nos de certa forma mais interativos com as máquinas para dinamizar as inúmeras atividades pelas quais somos responsáveis. Com o advento das últimas invenções, em especial da Internet, conceitos de tempo e de espaço precisaram ser redefinidos, os processos comunicativos foram ampliados em reais e virtuais e queiramos ou não, tal evolução exige que estejamos abertos à mudança, e estejamos em constante busca pelo aprender. Por outro lado, não podemos perder o equilíbrio e cair no desespero. Há muita coisa para aprendermos mas o essencial está em projetar sonhos e ser persistentes em atingi-los. Afinal, nós também fazemos parte do time.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Quem sou
Sou Camila Arosi, tenho 29 anos sou filha de Dorival José Arosi e Maria Lourdes Arosi, tenho dois irmãos: Alexandre e Mateus, dois sobrinhos filhos do meu irmão Alexandre: Maria Eduarda e Alexandre filho. Sou formada em Matemática na faculdades de Palmas-Pr, e fiz pós graduação na faculdades de Itapiranga. Sou professora de matemática da Escola de Educação Básica Silva Jardim, em Alfredo Wagner. Sou uma pessoa quieta e centrada, adoro estar com amigos e jogar conversa fora, gosto muito de jogar vôlei e de dançar. Sou filha dedicada e muito apegada a minha família, fico doente se não posso estar com eles.
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